Prosseguir: Maracaju tem grau médio de contágio pela Covid-19

Luiz Guilherme – Maracaju Hoje
Após receber ‘bandeira vermelha’ do Prosseguir (Programa de Saúde e Segurança da Economia) no dia 24 de setembro, que indicava grau alto de contaminação pela Covid-19, Maracaju passou para a laranja, em nova atualização feita pelo Governo de Mato Grosso do Sul e divulgada nesta quinta-feira (8/10).
Ou seja, isso indica, segundo a atualização, que o município com 469 casos confirmados do Novo Coronavírus, seis óbitos e seis pacientes internados, dois deles no Hospital Municipal Soriano Corrêa das Silva, está com grau médio de contágio pela doença.
O mapa situacional mostra a situação das quatro macrorregiões de Saúde (Corumbá, Campo Grande, Três Lagoas e Dourados), referente à 40ª Semana Epidemiológica (de 27/9 a 3/10), e apresenta oito municípios na faixa de risco tolerável (amarela), 41 no grau médio (bandeira laranja) e 30 no grau de risco alto (bandeira vermelha).
Desde que as atualizações começaram, em 17 de julho, nenhuma cidade do Estado foi classificada como risco baixo (bandeira verde). Atualmente cinza, a bandeira já foi preta, indicando grau extremo de contaminação pelo vírus, e abrangeu Maracaju.
Comparado com o mapa situacional anterior, a pandemia do Novo Coronavírus avançou em algumas regiões de Mato Grosso do Sul, e regrediu, ainda que de forma tímida, em outras. É possível observar que 31 municípios mantiveram seu grau de risco, 13 melhoraram e 35 pioraram.
“Nosso programa não é alarmista, mas também não é para ficarmos numa situação confortável. Tivemos uma piora na classificação da maioria dos municípios e isso mostra que temos que ter cautela e cuidado para que a gente não perca o controle da evolução da pandemia”, disse o secretário de Governo, Eduardo Riedel, durante divulgação desses novos dados.
Para gerar essa classificação, o programa avalia indicadores municipais relacionados à disponibilidade de leitos de UTI (Unidade de Terapia Intensiva), quantidade de EPI’s (Equipamentos de Proteção Individual), busca por contatos de casos confirmados, redução da mortalidade, disponibilidade de testes, incidência na população indígena, redução de casos entre profissionais da saúde, redução de novos casos, necessidade de expansão de leitos e situação de fronteira com país ou divisa com estado que tenha aumento de casos.