Visitas a um motel em Campo Grande, a poucos minutos do Parque dos Poderes, na saída para Três Lagoas, todas supostamente em horário de expediente, acabaram expostas quando um funcionário público esqueceu ativado o recurso de histórico de localização que usa o GPS do celular.
Quem percebeu foi a esposa do sujeito, que garante ter levado o caso ao chefe do nomeado.
Segundo a mulher, mesmo com as provas tecnológicas que até a Polícia Federal usa, o flagra foi negado veementemente pelo ‘garanhão do Parque dos Poderes‘.
No entanto, colegas do nomeado que ficaram sabendo de todo o rolo confirmaram para a esposa que as escapadas registradas pelo histórico de localização do aplicativo Google Maps coincidem com hábito do sujeito de sempre ‘sumir’ da repartição no meio do expediente, sem explicação.
Como é agraciado com o cargo público apenas por indicação e não faz nada de útil, ninguém nunca questionou.
Visitas ao motel em Campo Grande coincidiriam com expediente
No calor do momento, a mulher teria procurado um dos chefes do sujeito e entregado as visitas ao motel em Campo Grande, já que seriam todas em horário quando ele deveria estar trabalhando. Jura que foi ignorada.
Assim, ela resolveu ‘dar um tempo’ e avaliar se a relação compensa. Enquanto isso, decide se denuncia todo mundo para instâncias superiores.
Como a esposa também é nomeada por indicação política, a aposta é de que o caso morra como mais um episódio insólito que só a falsa meritocracia e a hipocrisia que reina no serviço público e em alguns lares brasileiros conseguem provocar.
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