Para lidar com a alta dos preços de combustíveis, Bento Albuquerque defende um ‘c

Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia, garante que não haverá mudança na política de preços da Petrobras Foto: Adriano Machado / Reuters
Nesse telão, ele viu na terça-feira que o valor do petróleo, que na semana passada encostou em US$ 140, cair para menos de US$ 100.
É para evitar que oscilações como essa que o ministro defende a adoção de “colchão tributário”, um imposto que poderia ser reduzido ou aumentado por decreto, de acordo com os valores do barril de petróleo.
Hoje, os impostos federais sobre a gasolina somam R$ 0,69 por litro, sendo que R$ 0,10 são de Cide — criada justamente para ser um regulador dos preços mas que, para o ministro, perdeu efetividade. Para o diesel, os impostos federais foram zerados.
Em entrevista, ele afirmou que a redução dos impostos federais para a gasolina, citada pelo presidente Jair Bolsonaro, “vai depender da conjuntura”. Bento ainda negou substituições na Petrobras, no momento em que o presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna, está sendo pressionado por causa do aumento nos preços dos combustíveis.
O que há de factível em discussão no governo para reduzir o preço dos combustíveis?
Tudo é factível e vai depender da conjuntura. O ministro Paulo Guedes (da Economia) colocou isso de forma bastante direta em relação ao que poderá ocorrer (na semana passada, ao dizer que subsídios dependem do andamento da guerra).









