Nascida em Maracaju, terra onde predomina o sertanejo, a Banda Máfia Russa vem rompendo barreiras internacionais.
Legião urbana, Capital Inicial, Titãs. O que parece o repertório típico dos bares de rock brasileiro foi o som que movimentou bares e casas noturnas das capitais do Chile e da Argentina no mês de janeiro de 2019.
A banda responsável por levar o som aos países vizinhos vem de um município onde tocar rock também é improvável. Nascida em Maracaju, terra onde predomina o sertanejo, a Banda Máfia Russa vem rompendo barreiras internacionais.
“Começamos a tocar na década de 90. Depois cada membro seguiu seu caminho, alguns permaneceram na música, de modo profissional, outros investiram em outras áreas. Mas o sonho nunca acabou. Em 2018, nos reencontramos e retomamos o projeto”, afirma o baixista da banda, Pedro Pessatto.
Em pouco menos de um ano, o convite para a turnê internacional veio para consolidar o trabalho do grupo. “Tocamos primeiro em Santiago, numa casa de Show tradicional, chamada Onaciu. Depois nos apresentamos em Buenos Aires, no Niceto Club e na Kiff Birreria. Foi uma experiência muito boa porque não sabíamos a reação do público. Um repertório clássico em inglês era garantia de sucesso, mas em português seria diferente. E foi muito legal porque eles curtiram, dançaram, nos cumprimentaram. Foi bem caloroso”, destaca Pessatto.
A banda tem como planos para 2019 investir em músicas autorais. “Acreditamos no poder da música, da música de qualidade e, por isso, estamos dedicados em escrever, ensaiar e estudar”.
Além de Pedro, a banda Máfia Russa é composta pelo vocalista e guitarrista, Odilon Mendes; pelo guitarrista, Evandro Machado e pelo baterista, Marcos Uzun.
Fonte: G1










