UPA Vila Almeida volta a funcionar após 37 dias e com 9 plantonistas

A UPA (Unidade de Pronto Atendimento) Vila Almeida –oeste de Campo Grande– voltou a atender a população ontem (23), com cinco médicos de plantão. A reinauguração da unidade aconteceu pela manhã, na presença do prefeito Marquinhos Trad (PSD) e do secretário municipal de Saúde, Marcelo Vilela. A unidade ficou interditada depois que uma forte chuva atingiu a Capital na metade do mês passado, causando a inundação do prédio por conta de infiltrações.

De acordo com a Sesau, a UPA tem condições de atender 600 pessoas por dia e vai contar com cinco clínicos-gerais e quatro pediatras por período –9 médicos a cada turno ou 27 profissionais em três períodos.

Na inauguração, Marquinhos prometeu intervenções em todas as unidades de saúde da cidade. “Estamos fazendo um levantamento para que possamos recomeçar a reconstruir todas as unidades de pronto atendimento, ainda este ano”, afirmou. “Refizemos o sistema elétrico, reformamos o teto. Todo o sistema de calha também foi trocado, pois com as chuvas entupia tudo. Claro, isso ocorria por falta de manutenção, que não aconteceu durante quatro anos. Havia locais que estavam infestados de pombos e acabamos com este problema”, disse.

Secretário fala em reorganização nas UPAs até julho deste ano

Titular da Sesau, Marcelo Vilela reforçou a importância da unidade. “Essa UPA é muito importante para a região. Quando se para uma unidade, outras sofrem com uma superlotação. Então temos de fazer de tudo para manter funcionando. Já pegamos esta unidade com esses problemas, isso em janeiro, época de chuvas, e aconteceram os problemas”, disse.

O secretário ainda pediu paciência à população até o início do segundo semestre, quando, acredita, problemas em outras unidades serão remediados. “Até julho promoveremos uma organização de visitas em todas as UPAs e a correção de todos os problemas. Isso para tentar dar condições de trabalho ao servidor que deve estar bem acolhido dentro do sistema. Pedimos paciência à população”, completou.

Fonte: O Estado/Mauro Silva