Hélio Albarello e Joãozinho Rocha falam sobre as atividades na Câmara Municipal no Programa Primeira Hora

Foto: Jota Menon

O presidente da Câmara Municipal de Maracaju, vereador Hélio Albarello (PMDB), e o seu colega de Casa, vereador Joãozinho Rocha (PDT), participaram na manhã de ontem do programa “Primeira Hora”, da Rádio Cidade Maracaju. Eles foram entrevistados pelo radialista Rudimar Lautert e abordaram diversos temas relativos às atividades parlamentares que veem desenvolvendo no Poder Legislativo Municipal.

Durante o bate-papo com a equipe do programa, que é levado ao ar de segunda a sexta-feira, das 07h00 às 09h00 da manhã pela RCM 830 kHz. e pelo site do jornal Maracaju Hoje (www.jornalmaracajuhoje.com.br) , Hélio Albarello e João Rocha falaram das medidas de economia adotadas pela Câmara e que contam com o aval de todos os vereadores.

Eles destacaram que são poucas as câmaras municipais onde todos os integrantes abrem mão de algumas benesses com vistas a economizar recursos que são utilizados pelo Executivo em favor da coletividade. Uma das ações patrocinadas pela Câmara Municipal com as sobras do duodécimo do Poder é o tratamento de doentes de câncer através de sessões de rádio e quimioterapia.

Ainda, em relação à utilização dos recursos economizados mensalmente pelo Legislativo, o presidente da Câmara citou a necessidade de realização de algumas adequações e melhorias nas dependências do Legislativo para que os vereadores possam exercer melhor suas atividades, inclusive para receber os cidadãos maracajuenses em seus gabinetes.

Outro problema que vem gerando polêmica na cidade diz respeito à cobrança da taxa de lixo embutida na conta de água.

Muitos contribuintes têm usado o programa “Primeira Hora” para reclamar que se sentem obrigados a pagar a taxa, uma vez que não têm como deixar de recolhê-la sob pena de terem o fornecimento de água cortada.

Os representantes do Legislativo se comprometeram a discutir a questão com as autoridades ligadas ao setor de arrecadação da municipalidade e explicaram os mecanismos legais que levaram a administração municipal a instituir a taxa de lixo, citando uma audiência realizada entre os organismos da administração municipal, representantes do Ministério Público e do Tribunal de Contas do Estado.

Na audiência ficou definido que a prefeitura deveria dar uma destinação ao lixo recolhido do perímetro urbano de Maracaju e o destino não poderia ser o lixão localizado na saída para Sidrolândia à margem da Rodovia MS-162.

Como o município não tinha condições de construir uma usina de compostagem de lixo – obra avaliada em R$ 40 milhões – e a multa estipulada pelas autoridades era altíssima caso não houvesse uma solução para a problemática, a prefeitura licitou a contratação de uma empresa para transportar o lixo de Maracaju à cidade de Dourados, onde existe a usina. “Tudo isto tem um custo que, infelizmente, acaba recaindo sobre o contribuinte” explicaram os vereadores.

Jota Menon