CRISE

De acordo com os comentários que se ouvia na Avenida Afonso Pena, em Campo Grande, onde os campo-grandenses pegam jornais semanários nas manhãs de domingos, a crise teria chegado de forma dura e batido às portas do “Correio do Estado” que, além das demissões, teria suprimido as edições dominicais do mais tradicional impresso sul-mato-grossense.

Jota Menon

 

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