Casa de Apoio ao Migrante pede ajuda à população para aumentar capacidade de atendimento

 

A direção da Casa de Apoio ao Migrante, mais conhecido popularmente como Albergue Noturno de Maracaju, desde que entrou em funcionamento tem desenvolvido um importante trabalho social de acolhimento de moradores de rua da cidade e de migrantes que chegam ao município e acabam enfrentando dificuldades para encontrar trabalho e moradia.

De acordo com o advogado Nelson Dias Neto, um dos idealizadores do projeto social, a Casa de Apoio ao Migrante atende atualmente um total de 12 pessoas desassistidas que são acolhidas no local e recebem café da manhã, almoço, café da tarde, jantar e um local para dormir.

Esse número de assistidos poderia aumentar em 50%, uma vez que o prédio do albergue conta com um quarto vazio com capacidade para mais três beliches duplos. Porém, a entidade mantenedora do albergue não possui os beliches, nem os colchões.

Diante dessa realidade, o advogado Nelson Dias Neto visitou a redação do “Maracaju Hoje” na manhã da última segunda-feira para pedir o apoio da população no sentido de doar os beliches e os colchões para suprir essa carência e possibilitar o atendimento de pelo menos mais seis pessoas desassistidas que estão enfrentando esse período de frio intenso nas ruas da cidade.

Aproveitando a visita ao jornal, Nelson Dias Neto também elencou outras doações que podem ser feitas pelas pessoas que queiram contribuir com essa obra filantrópica que tem como único objetivo minimizar o sofrimento de cidadãos que por um ou outro motivo se encontram em dificuldades e dormindo às vezes nos bancos da rodoviária ou das praças públicas. Entre os itens que podem ser doados estão agasalhos e alimentos.

No Albergfue Noturno de Maracaju, os assistidos pela obra filantrópica, além das quatro refeições e de um lugar aconchegante para dormir, recebem ainda assistência psicológica, social e médica, disponibilizada pela Prefeitura Municipal que recebeu a instituição em sistema de comodato. “São pessoas de bem que, muitas vezes, dominadas pelo vício do álcool e até de drogas ilícitas, perdem o rumo e só precisam de um pouco e apoio para se reencontrarem e se reencaminharem na vida” afirma o advogado.